PMBok 4ª Edição

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Gerenciamento de Programas, Gerenciamento de Portfólios e Gerenciamento de Projetos

O termo Gerenciamento de Projetos é utilizado na grande maioria das organizações como forma ampla de tudo que envolve um esforço de uma equipe, mas existe uma diferença entre diferentes esforços.

Considerando uma escala hierárquica e de grandeza, podemos categorizar os projetos de três formas: Projetos, Portfólio de Projetos e Programas.

As três categorias diferem-se pelo objetivo e forma de gerenciamento.

Os Programas são conjuntos de projetos ou portfólios que tem como objetivo as estratégias da empresa constituídas pela Gestão Estratégica. Os objetivos estratégicos normalmente são amplos e compõem inteções e diretrizes dos cominhos a serem tomados pelas organizações.

Imaginemos uma indústria metalúrgica que em um de seus objetivos estratégicos fique definido a diversificação da produção utilizando os mesmos insumos e maquinários. Poderíamos imaginar então segmentos diferentes de atuação, como automobilístico, naval, petrolífero e muitos outros. Para cada segmento destes ou Programas, teríamos diversos projetos ou Portfólio para ser gerido.

Nada impede que ao definir um objetivo estratégico pode surgir apenas um projeto específico, ou que de um programa tenhamos apenas um projeto.

A necessidade de separarmos bem estes projetos como individuais, portfólios e programas vem da forma de gerenciar recursos, prioridades e riscos.

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Conheça a você mesmo

Epidauro era uma cidade da Grécia antiga situada às margens do Mar Egeu. Era célebre pelo santuário dedicado a Esculápio, deus da Medicina. Em Epidauro estava situado o centro de saúde de toda a Grécia.

Contava-se que pessoas acometidas por várias enfermidades acorriam a Epidauro para se curarem. Lá, eram recebidos por sacerdotisas curandeiras. Assim que chegavam, depois de uma conversa preliminar e o reconhecimento do lugar, recebiam para beber uma poção com ervas medicinais que as faziam dormir por dois ou três dias. Quando acordavam iniciavam um período de profunda reflexão e auto crítica, apoiados por conversas com as sacerdotisas para identificarem o que estava errado em suas vidas.

Diferente da atualidade em que problemas de saúde se resolvem com remédios e hospitais, para os gregos, a saúde física e mental estaria bastante relacionada aos hábitos de vida e, principalmente, ao grau de satisfação e amor que as pessoas nutriam. Para terem saúde, que olhassem com mais carinho para si mesmas e, envolvidas com seu próprio destino, se colocassem em exercício constante de seus talentos, na luta para realizá-los plenamente no mundo.

Costumava-se dizer que as pessoas deveriam consultar seus Deimons; gênios interiores ou luzes profundas. Dizia-se que os chás medicinais de Epidauro colocavam as pessoas num estado de relaxamento que propiciava um encontro com as motivações profundas há muito esquecidas, além dos ideais, ética e sonhos reprimidos pelas exigências do dia a dia. O próprio Sócrates afirmou ser guiado por seu Deimon nos discursos que nos legou através de Platão.

Mais tarde, sob a égide do Império Romano e do Catolicismo inicial, estas visões de mundo foram perseguidas como seitas pagãs. Depois da queda do Império Romano, em 476 dc, sem a presença de um poder central autoritário e forte, estas crenças voltaram a existir.

É justamente aí que começa a nossa história dos Diabos. Mais ou menos no ano de 1600, quando a Idade Média já começava a dar sinais de desfalecimento, o famoso astrônomo e matemático Johannes Kepler teve a sua idosa mãe curandeira presa e ameaçada de morte, justamente porque ela costumava receitar chás. A acusação à senhora genitora do cientista foi baseada no fato de que os algozes da Inquisição encontraram na estante de Kepler um livro de infância, escrito por ele mesmo ainda menino, no qual afirmava, numa brincadeira, ter viajado à Lua, depois de tomar um chá feito por sua mãe. Mesmo com as devidas explicações a mãe de Kepler foi presa.

Como o leitor deve saber o termo Inquisição se refere à eliminação das heresias e seitas pagãs. Desde 1184 até se fortalecer em 1542, o condenado era responsabilizado pelas doenças e misérias sociais. Era entregue às autoridades do Estado para que fosse punido. As penas variavam do confisco de bens e perda de liberdade até a morte na fogueira.

O que estava acontecendo é que a instituição religiosa nascente não estava conseguindo fazer crescer os seus adeptos porque as pessoas insistiam em procurar os conselhos das idosas curandeiras que abundavam na Europa. Depois de uma perseguição a estas senhoras, foram chamadas de bruxas e condenadas a morte. Além disto, estas visões foram perseguidas com a acusação de que orientavam as pessoas na direção do Demônio (Deimon).

Quando o povo simples começou a perguntar qual era a forma do tal Demônio, foi inventado pelas autoridades que o Demônio tinha a forma de uma famosa figura da Grécia antiga; o deus Pã.

Na Mitologia grega, “Pã era o deus dos bosques, dos rebanhos e dos pastores. Residia em cavernas e era representado com orelhas, chifres e pernas de bode. Amante da música, trazia consigo uma flauta. Era temido pelos que atravessavam florestas à noite, pois as trevas os predispunham a ter pavores súbitos, atribuídos a Pã; daí o nome pânico.”

Com medo deste Pã, tornado assustador, sinistro e perigoso, as pessoas afastaram-se das curandeiras e de seus conselhos. Aos poucos foram se esquecendo também do mergulho em si mesmas e da necessidade de viverem por paixão pela vida. A origem da palavra paixão (pathos) viria, mais tarde, se tornar sinônimo de doença (patologia).

Desde então, tudo o que vinha das motivações interiores das pessoas foi associado ao pecado e a perdição. Mesmo o sorriso e a gargalhada foram banidos durante séculos dos contatos humanos. As mulheres, que na antiguidade eram símbolos de fertilidade e religiosidade, foram banidas de suas funções sagradas pelos novos homens sacerdotes.

Facilmente manipulados pelos medos infiltrados em nossa consciência, iniciaríamos um período alienado que se estenderia até hoje, onde perdidos e desorbitados de nós mesmos, nos tornaríamos superficiais, vazios e assoberbados por pânicos e dogmas, além de um excesso de expectativas exteriores alimentadas em nós por interesses “maiores”.

Mais tarde, nos perderíamos num racionalismo abstrato que nos deu esperteza bastante para colecionarmos justificativas e argumentos para não sermos o que somos. Assim, seriamos vítimas fáceis para a nascente época industrial, na qual nos tornamos discípulos dóceis e obedientes das máquinas e de seus produtos. Finalmente, nos tornarmos serviçais resignados de um sistema econômico que nos manipula, submete, aliena e exaure sem dar tempo e oportunidades a maioria de nós para um verdadeiro e salutar encontro interior, verdadeira origem de um destino que nos realizaria de fato.

Lembrando a inscrição no famoso templo grego de Delfos, sempre repetida pelo grande filósofo Sócrates: “Conhece a ti mesmo”. No fim das contas, o demônio foi criado para nos afastarmos de nós mesmos.

Texto recebido por e-mail. Autor desconhecido.

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Gerenciamento de Projetos

O gerenciamento de projetos consiste na habilidade de utilização do conhecimento e das ferramentas existentes para um uso adequado da metodologia empregada para este tipo de tarefa.
O Gerente de Projeto (GP), ou Project Manager, deverá organizar os projetos em fases conforme visto no PMBok, que são:
. Iniciação
. Planejamento
. Execução
. Monitoramento e Controle
. Encerramento
A tarefa de gerenciar um projeto requer ainda um trabalho de gestão de pessoas e de interesses. O patrocinador, ou Sponsor, irá descrever as necessidades envolvidas no projeto e o GP deverá identificar outras possíveis necessidades inicialmente não apresentadas pelo Sponsor, adaptá-las e gerir preocupações e expectativas dos envolvidos.
Existe ainda uma tarefa muito importante e nada fácil para o GP que é a de gerenciar restrições e tentar não influencir negativamente nas fases de:
. Escopo
. Qualidade
. Cronograma
. Orçamento
. Recursos
. Risco
Os projetos se caracterizam pelo inesperado, diante disso eles são elaborados progressivamente no decorrer do processo. Esta elaboração progressiva permite posteriormente uma melhoria contínua e maiores e melhores detalhamentos. Estes detalhamentos permitirão estimativas mais exatas para o projeto.

Matemática Financeira

A matemática financeira surgiu quando o homem percebeu que existia uma diferença do seu dinheiro hoje e ao longo do tempo.

Esta relação entre dinheiro e tempo começou assim que a civilização passou de agricultura de subsistência para a troca de mercadoria como moeda de troca e posteriormente com o ouro como moeda geral.

Quando o ouro se tornou a principal moeda de troca, o governo como instituição controladora instituiu assim a casa da moeda, onde moedas de ouro eram cunhadas com a finalidade do governo de controlar o ouro que possuía em suas terras.

Com o passar do tempo não havia ouro suficiente para cunhar moedas, então foi criado os papeis que representavam a quantidade de ouro que o proprietário daquele papel tinha por direito e esses papeis eram trocados por mercadorias, surgindo assim o papel moeda.

Como a relação de troca de moedas por produtos variava conforme o valor momentâneo do produto de acordo com safra, a exclusividade, o momento, o tempo e outros fatores, o acumulo de capital também variava com o tempo e percebia-se a desvalorização monetária, surgindo assim os juros ou a matemática financeira.

A matemática financeira atual trata basicamente da relação entre dinheiro  e tempo, ou seja, o dinheiro de hoje tem valor diferente do dinheiro de amanhã. Para tanto, a matemática financeira tem o objetivo de analisar fluxo de dinheiro com entradas e saídas em datas distintas, mais conhecido como fluxo de caixa.

O fluxo de caixa nada mais é que um controle de entradas e saídas de dinheiro em um determinado momento. Quando possuímos o fluxo de caixa a matemática financeira entra como ferramenta de análise que permite a tomada de decisões.

No nosso dia a dia encontramos a matemática financeira nos financiamentos de carros e casas, nos empréstimos bancários, nas aplicações monetárias, investimentos na bolsa, cartões de crédito, cheques especiais, crediários e muitos outros exemplos que envolvam dinheiro no decorrer do tempo.

 

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Gerir equipes como Leopardos

A gestão de uma equipe de trabalho consiste em uma das tarefas mais delicadas no universo profissional. Quando falamos de equipe, estamos falando de um grupos de pessoas, seres humanos ditintos, diferentes, com educações e costumes distintos.

Ao falarmos então de pessoas sabemos por antemão que cada uma delas possuem desejos e anseiois diferentes dentro do ciclo de valor individual. Como lidar então com tantas pessoas distintas e conseguir que juntas cheguem a um objetivo comum?

Para o cumprimento desta tarefa eu procuro utilizar algumas características semelhantes ao comportamento de um Leopardo.

O Leopardo é um mestre da sobrevivência. O que todos nós buscamos como seres humanos, embutidos em nossos instintos, é também a sobrevivência. Proporcionar um trabalho em equipe onde todos possam entregar resultados que garantam a sua sobrevivência é uma das primícias básicas de trabalho em equipe. Ao transferir esta consciência aos integrantes da equipe podemos demonstrar que estamos todos no mesmo barco e em igualdade.

A versatilidade e o senso de oportunidade serão as ferramentas utilizadas para destacarmos no trabalho e no convívio com as demais pesssoas e principalmente a excelência na execução de nossas tarefas.

Outro ponto forte do Leopardo que temos que trabalhar com a equipe é a precisão. O Leoparo é peciso em seus ataques e esta precisão permite um índice de acertos muito grande. Também funciona assim no trabalho em equipe. A busca da precisão e acertividade é sempre um diferencial no triunfo de um projeto.

O mellhor momento para o desenvolvimento e elucidação de um projeto se dá no momento em que as dificuldades aparecem e não quando a situação está clara e visível. Trabalhar as qualidades individuais permitindo explorar as habilidades específicas de cada um, torna a equipe preparada para desafios antes impensáveis.

A busca incensante pelo aperfeiçoamento tornará a equipe sempre preparada e a frente na sabedoria dos assuntos que tangem o foco do trabalho. Uma experiência vivida por mim que exemplifica bem este tipo de atitude foi conseguir para a minha equipe de trabalho em uma das empresas que trabalhei, bolsas de estudo de graduação para todos os membros.

A estratégia utilizada pelo Leopardo de levar a sua preza para dentro de casa para não correr o risco de perdê-la para outro predador pode ser vista analogamente como o bom trato com os clientes envolvidos no projeto para trazê-los para o nosso lado utilizando a competência, preparo e bons tratos, não permitindo assim que os mesmos se sintam abandonados ou insatisfeitos, o que teria como resultado a busca de outra empresa.

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Você sabe com quem está falando?